Todos sentados. Uns pelo tapete, os mais jovens, outros pelas poltronas e sofás cobertos por tecidos já desbotados, os mais tristes.
O avô sentava-se em sua poltrona reclinável e proibida para outros que não fosse ele, sua atitude era silenciosa e às vezes misteriosa. Alí estavam seus cigarros de palha ao lado, junto aos seus materiais para novos cigarros de palha e seus netos pelo chão da sala todas as noites.
Olhavam para frente, ainda que isso não significasse nada metafórico ou simbólico. O que viam eram imagens em preto e branco recém descobertas. Naqueles anos, ainda eram poucas as casas em que haviam aquelas imagens em preto e branco que nos traziam algumas histórias e sons engraçados.
Os mais jovens continuavam no chão e tentavam vez ou outra moverem-se mais que as imagens em preto e branco, mas o olhar silencioso de quem acendia seu cigarro de palha os detinham. Os mais tristes observavam-se uns aos outros e não diziam nada.
O avô sentava-se em sua poltrona reclinável e proibida para outros que não fosse ele, sua atitude era silenciosa e às vezes misteriosa. Alí estavam seus cigarros de palha ao lado, junto aos seus materiais para novos cigarros de palha e seus netos pelo chão da sala todas as noites.
Olhavam para frente, ainda que isso não significasse nada metafórico ou simbólico. O que viam eram imagens em preto e branco recém descobertas. Naqueles anos, ainda eram poucas as casas em que haviam aquelas imagens em preto e branco que nos traziam algumas histórias e sons engraçados.
Os mais jovens continuavam no chão e tentavam vez ou outra moverem-se mais que as imagens em preto e branco, mas o olhar silencioso de quem acendia seu cigarro de palha os detinham. Os mais tristes observavam-se uns aos outros e não diziam nada.
Os sons cessavam e então quem falava primeiro era o avô e dizia: Essas crianças não vão pra cama?
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