mercoledì 10 dicembre 2008

Selva

Era uma cidade quase comum se não fosse os estranhos animais que zanzavam nas ruas. Uns deles sabiam perfeitamente para onde ir ou onde parar, outros os seguiam, sendo aqueles de menos iniciativa para caça, lá estavam no rastro ou muitas vezes até mesmo abrindo caminho. Mas haviam outros que por instinto ou inteligência (discutível), transformavam-se repentinamente, de acordo com o perigo ou obstáculo à frente. Eram leões que se despojavam de sua juba e ali ficavam a atravessar tranquilamente a ruazinha esquecida, ou em vez disso, um pequeno caõzinho que lhe cresciam garras enormes e dentes prontos a atacar na travessia até o outro lado da avenida movimentada desta manhã.
Eram assim os habitantes dessa cidade quase comum, e nenhum deles, consta, tomava um café da manhã tão completo assim!

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