Além das chuvas, do tempo ruim por toda a Itália e da sensação de que está tudo uma confusão, a TV não para de mostrar programas catastróficos sobre a crise financeira que chegou com tudo por aquí. Alguns até mesmo a comparam aos tempos do final da grande guerra. Milhares estão sem enprego ou em casa, recebendo a “cassa integrazione” como se chama aqui, ou seja, não trabalham porque não há trabalho nas empresas, mas recebem mesmo assim 70% do salário, o que não é nada mal diga-se de passagem, se comparado ao que pode estar acontecendo em países como o Brasil por exemplo.
Se aqui na Itália o governo tem se mostrado, mais ou menos “salvador da pátria”, nos países nórdicos então, é quase inimaginável a ajuda que os cidadãos estão recebendo para enfrentar essa crise mundial, que de mundial parece que vai ser reduzida apenas aos paises pobres, como sempre.
Falando com uns e com outros, mais ou menos entendidos do assunto, e principalmente com o economista aqui de casa, se chega facilmente à conclusão de que, se realmente este não é o final dos tempos e todos nós vamos para o beleléu, quem vai pagar mesmo o pato disso tudo vai ser o terceiro mundo, pois, se dos Estados Unidos o pepino pulou para a Europa, aqui é que os figurões não vão deixar estourar mais ainda a bomba e começarão a passar a bola pra frente, se é que me entendem...
E para completar a sensação estranha de que tudo já está arranjado, ontem no “El Pais” se podia ver um artigo que falava de “governos europeus comprando terras na América do Sul, África e Ásia”. Para que? Para garantirem comida, simplesmente isso, a crise verdadeira e catastrófica é a crise dos alimentos que já há tempos vem causando preocupações. Logicamente quem produzir alimentos terá a faca e o queijo na mão...
Se aqui na Itália o governo tem se mostrado, mais ou menos “salvador da pátria”, nos países nórdicos então, é quase inimaginável a ajuda que os cidadãos estão recebendo para enfrentar essa crise mundial, que de mundial parece que vai ser reduzida apenas aos paises pobres, como sempre.
Falando com uns e com outros, mais ou menos entendidos do assunto, e principalmente com o economista aqui de casa, se chega facilmente à conclusão de que, se realmente este não é o final dos tempos e todos nós vamos para o beleléu, quem vai pagar mesmo o pato disso tudo vai ser o terceiro mundo, pois, se dos Estados Unidos o pepino pulou para a Europa, aqui é que os figurões não vão deixar estourar mais ainda a bomba e começarão a passar a bola pra frente, se é que me entendem...
E para completar a sensação estranha de que tudo já está arranjado, ontem no “El Pais” se podia ver um artigo que falava de “governos europeus comprando terras na América do Sul, África e Ásia”. Para que? Para garantirem comida, simplesmente isso, a crise verdadeira e catastrófica é a crise dos alimentos que já há tempos vem causando preocupações. Logicamente quem produzir alimentos terá a faca e o queijo na mão...
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