Há muitíssimas coisas que me irritam e todos já sabem disso quando percebem minha cara subitamente se transformar se algo que não concordo acontece pelas redondezas, digamos assim. É notória minha mudança de humor e isso já me causou muitas discussões domésticas por causa desse jeito nada light de ser, mas o que posso fazer se a culpa está nos meus genes (vênetos, por carità)? Cada vez que vejo aquela neurose por sistematizar tudo, arrumar tudo, deixar tudo nos seus devidos compartimentos, coisa que a vida nem sempre permite, vejo o quanto inútil foi a distância que meus bisavós quiseram colocar entre essa terra e meu nascimento fora de lugar.
Às vezes, quando viajamos, e somente quando viajamos, acabamos indo a um fast food local por motivos práticos (língua ininteligível ou aquele banheiro muito bem vindo nos momentos mais inesperados por exemplo). Isso não deveria ser uma desculpa, mas quando se tem duas crianças e um orçamento controlado entre hotéis e passeios, um restaurante típico acaba ficando como evento e não como regra. O fato é que cada vez que frequentamos um lugar desses, vejo e ouço coisas que me causam aquela indegestão típica de um hamburger com batatas fritas. Adoro batatas fritas, e de vez enquando, até um hamburger bem feitinho me vai bem, se me esqueço do politicamente incorreto que é comer nesses lugares decorados de vermelho e amarelo. O que me chama sempre a atenção é o porque da maioria das pessoas que vemos ali serem obesas ou quase obesas (ok! Isso é evidente, eu sei, mas se assim é, por que continuam a comer aquelas comidas horrorosamente calóricas?) e se não o são, desperdiçam os alimentos descaradamente jogando-os naquelas bandejas dentro daqueles contenitores horrorosos. Saquinhos inteiros de batatas fritas, para não dizer do próprio hamburger meio comido meio deixado, por esnobe que sejam, ou fome que tenham perdido subitamente... quem sabe? O que não dá pra entender é que nem o preço seria tão descartável assim, para um desperdício de tantas calorias... Ou será que, por nunca pedir batatas fritas para mim (acabo sempre pegando uma aqui outra ali das minhas filhas) é que fico com aquele ar de “água na boca” quando vejo que jogam fora? E pensar que ainda há tanta fome de batata frita por onde quer que andemos...
Às vezes, quando viajamos, e somente quando viajamos, acabamos indo a um fast food local por motivos práticos (língua ininteligível ou aquele banheiro muito bem vindo nos momentos mais inesperados por exemplo). Isso não deveria ser uma desculpa, mas quando se tem duas crianças e um orçamento controlado entre hotéis e passeios, um restaurante típico acaba ficando como evento e não como regra. O fato é que cada vez que frequentamos um lugar desses, vejo e ouço coisas que me causam aquela indegestão típica de um hamburger com batatas fritas. Adoro batatas fritas, e de vez enquando, até um hamburger bem feitinho me vai bem, se me esqueço do politicamente incorreto que é comer nesses lugares decorados de vermelho e amarelo. O que me chama sempre a atenção é o porque da maioria das pessoas que vemos ali serem obesas ou quase obesas (ok! Isso é evidente, eu sei, mas se assim é, por que continuam a comer aquelas comidas horrorosamente calóricas?) e se não o são, desperdiçam os alimentos descaradamente jogando-os naquelas bandejas dentro daqueles contenitores horrorosos. Saquinhos inteiros de batatas fritas, para não dizer do próprio hamburger meio comido meio deixado, por esnobe que sejam, ou fome que tenham perdido subitamente... quem sabe? O que não dá pra entender é que nem o preço seria tão descartável assim, para um desperdício de tantas calorias... Ou será que, por nunca pedir batatas fritas para mim (acabo sempre pegando uma aqui outra ali das minhas filhas) é que fico com aquele ar de “água na boca” quando vejo que jogam fora? E pensar que ainda há tanta fome de batata frita por onde quer que andemos...
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