Nada. Como rosianamente acordei hoje, rosianamente acabo de dizer a única palavra que me é permitida nessa manhã vagarosa: NADA. Não, não vou dizer nonada... pra quê? Sabemos já o que significa e o que me provoca, sabemos que ainda tenho algumas semanas pela frente e que depois tudo recomeça, talvez, e apenas talvez, para nunca mais se repetir. Digo, esses meses de separação. Dependendo apenas de mim, NADA. Não se repetirá. Mas... não depende apenas de meu Nada. Meu Nada está repleto e transborda para além desses tres meses e tudo que espero e aguardo, é apenas meu café da manhã com as surpresas que o seguem, lá... bem longe daqui Sr. Kafka!
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