Cheguei segunda-feira na Morada do Sol, com um tempo frio e esquisito. A miragem da cidade da rodovia W. Luis foi uma surpresa para meus olhos que há muito não a via. Não posso dizer que as vinte e quatro horas que passei em Araraquara no ano passado foram algo que pudesse me lembrar com agrado. Correria com cartórios e mudanças, além das visitas relâmpagos que tivemos que honrar. Tudo bem, um ano se passou e aqui estou, mais descomplicada e com menos assuntos para serem resolvidos, pelo menos não necessariamente têem que ser resolvidos às pressas.
Confesso que a cidade me surpreende a cada vez que chego. Mesmo que não encontre nenhuma mudança tão grande, os detalhes me deixam com aquela pergunta cerebral: "onde eu estava quando isso foi feito?"
Desde as primeiras horas tem sido uma experiência intrigante. Algum conhecido sempre está pelo caminho e me reconhecendo ou não, me observa com aquele ar de dejà vu inevitável. Fico parada, cumprimento, reconheço e me alegro. Meus pensamentos vagueiam como loucos em busca de momentos de convivência com esta ou aquela pessoa que acaba de me cumprimentar.
Está sendo bom estar de volta, mas apenas de volta de férias...
Confesso que a cidade me surpreende a cada vez que chego. Mesmo que não encontre nenhuma mudança tão grande, os detalhes me deixam com aquela pergunta cerebral: "onde eu estava quando isso foi feito?"
Desde as primeiras horas tem sido uma experiência intrigante. Algum conhecido sempre está pelo caminho e me reconhecendo ou não, me observa com aquele ar de dejà vu inevitável. Fico parada, cumprimento, reconheço e me alegro. Meus pensamentos vagueiam como loucos em busca de momentos de convivência com esta ou aquela pessoa que acaba de me cumprimentar.
Está sendo bom estar de volta, mas apenas de volta de férias...
Nessun commento:
Posta un commento